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quarta-feira 3 de setembro de 2014

// Notícias

“É um momento de consciência e de identificação do tráfico de pessoas no Brasil”, conta Fernanda dos Anjos, do Ministério da Justiça

Após o Ministério da Justiça ter divulgado, no mês passado, relatório com dados de vários órgãos sobre a situação do tráfico de pessoas no país (reveja a matéria aqui), o Brasil Notícia entrevistou a Diretora do Departamento de Justiça do Ministério, Fernanda dos Anjos, sobre a situação atual do crime no Brasil. Ela também comenta o relatório e dá dicas para quem vai realizar o processo migratório identificar e se prevenir de cair em uma situação de tráfico.

// Vídeos

Tráfico de pessoas é tema do Documentação

Tráfico de pessoas é tema do Documentação

  DOCUMENTAÇÃO : O documentário deste programa fala sobre um dos mais graves problemas que envolve o mundo inteiro: o tráfico de pessoas. Esse tipo de crime organizado transnacional está fortemente relacionado à exploração sexual, ao comércio de órgãos, à adoção ilegal, à pornografia infantil, às formas ilegais de imigração envolvendo exploração do trabalho, contrabando de mercadorias, de armas e tráfico de drogas. Apontada como uma das atividades criminosas mais lucrativas, o tráfico de pessoas chega a movimentar US$ 32 bilhões por ano. São verdadeiras redes que se aproveitam da [...]

// World-news

Dezenas de mulheres yazidis são vendidas a jihadistas na Síria

Dezenas de mulheres yazidis capturadas no Iraque pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) foram obrigadas a se converter ao Islã e vendidas para ser casadas à força na Síria com combatentes deste grupo jihadista, informou uma ONG.

O EI, que semeia o terror nos territórios que controla no Iraque e na Síria, “dividiu entre seus combatentes 300 meninas e mulheres da comunidade yazidi que haviam sido sequestradas no Iraque nas últimas semanas”, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

“Entre estas 300 mulheres, ao menos 27 foram vendidas e casadas” com membros do EI nas províncias setentrionais de Aleppo e Raqa e na de Hasaka (nordeste), informa a ONG, que conta com uma rede de fontes civis, militares e médicas na Síria.

“Cada mulher foi vendida por US$ 1 mil, depois de ter sido convertida ao Islã”, disse.


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Jornalista - Cindhi Belafonte