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quarta-feira 22 de fevereiro de 2017

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Milhares de mulheres yázidis são escravas sexuais do Estado Islâmico

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Nadia Murad Basee Taha, da minoria yázidi, em foto de junho de 2016, ex-escrava sexual do grupo Estado Islâmico e atual embaixadora da ONU, dedicada a lutar contra o tráfico de seres humanos. MARK WILSON / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP.

“Foram sete. Primeiro um egípcio, um marroquino, depois um palestino”. Haifa, uma jovem iraquiana, conta em seus dedos o número e a nacionalidade dos combatentes do Estado Islâmico que, durante seus dois anos de cativeiro, a compraram e venderam como escrava sexual.

Haifa [nome fictício], de 36 anos, e sua família são parte dos milhares de integrantes da minoria yázidi, especialmente perseguida pelos extremistas quando tomaram o controle de inúmeros territórios no Iraque e na Síria. Esta minoria religiosa fala o idioma curdo e professa uma religião pré-islâmica. O grupo Estado islâmico os considera hereges e politeístas, colocando-os no centro da mira dos extremistas. A ONU denunciou uma “tentativa de genocídio” contra seus membros.


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Jornalista - Cindhi Belafonte